Polícia é que deve decidir ou não pela expulsão
09/02/10
O soldado da polícia militar acusado de participação no sequestro de um adolescente, em 2008, volta nesta terça-feira (9) ao trabalho. Ele ganhou a liberdade na semana passada porque, segundo a Justiça, o prazo para o julgamento terminou e não havia previsão para o fim do processo.
> Acusados de sequestro em liberdade
> Promotor quer que acusados sejam presos
O soldado será submetido a uma nova investigação.
O Comando Geral já decidiu: Solonildo de Oliveira da Costa vai ser investigado por um conselho disciplinar. Durante esse período, vai trabalhar normalmente. A informação partiu do relações publica da PM.
Dois dos acusados estão em liberdade
O soldado é acusado de ter participado do sequestro de um adolescente em 2008. Há uma semana a juíza Marlúcia de Araújo Bezerra determinou que os cinco envolvidos no crime fossem soltos.
Segundo ela, a Justiça não conseguiu ouvir réus e testemunhas durante os três meses e meio, tempo máximo para conclusão do processo. Dois dos acusados já estão em liberdade. Um deles é o policial militar que deve voltar ao trabalho.
Policiais irão conduzir o inquérito
O PM vai ficar nos serviços internos da polícia. O soldado vai ser investigado por um capitão do ronda do quarteirão. Ele nunca presidiu um inquérito desse tipo antes, mas disse que a prioridade é ouvir testemunhas e reunir provas.
Quatro policiais vão conduzir o inquérito. O prazo para conclusão é de 60 dias. Após esse período, o Comando Geral da polícia é que deve decidir ou não pela expulsão.
Dois capitães e um tenente são responsáveis pela investigação.
Promotor quer que acusados sejam novamente presos
O promotor Evilázio Alexandre quer que a justiça prenda novamente os acusados de sequestro. O principal motivo alegado pelo promotor é que o excesso de prazo perde o efeito diante da complexidade do caso e do abalo da ordem pública.
O Bom Dia Ceará recebeu no estúdio o promotor. Confira a entrevista no vídeo ao lado.
Assuntos: Sequestro
Sequwestradores em liberdade. No Brasil parece que o crime compensa. A Justiça é lenta neste pais, no Ceara é mais LENTA.
Acredito haver um equívoco quanto a afirmação de que o ainda policial Solonildo irá trabalhar normalmente. Por motivos óbvios ele não poderá exercer funções estratégicas, que façam uso de armamento do Estado. Subtenente Messias.
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