Impasse entre Prefeitura e parte dos funcionários continua.
24/06/09
A greve dos agentes de trânsito, do SAMU e dos professores prejudica serviços essenciais em Fortaleza. As categorias protestam contra a demora nas negociações. E a população sofre com o impasse.
O impasse entre a Prefeitura de Fortaleza e parte do funcionários continua. Três categorias de servidores permanecem em estado de greve, porque ainda não entraram em acordo com o poder público municipal.
A greve dos agentes da AMC deixou o trânsito de Fortaleza mais complicado. A população reclama. Os servidores exigem uma gratificação de 180%. Com isso, o salário inicial de um agente que é de R$ 1.154 passaria para R$ 1.663.
As exigências dos funcionários do SAMU são semelhantes. A proposta é dobrar o salário de R$ 426.
A paralisação da categoria, considerada essencial, preocupa a população. Os primeiros servidores a entrar em greve no municipio foram os professores. Há quase dois meses as atividades da categoria estão paralisadas. Desde o dia 27 de abril os professores exigem o pagamento do piso nacional, que é de R$ 1.132. Mais que o dobro do menor salário-base pago a um educador do municipio: R$ 450. Só em uma escola da Capital, 800 alunos estão sem aulas.
Nessa quarta-feira foi suspensa a liminar que determinava a presença do Sindicato dos Servidores Públicos de Fortaleza nas negociações com a Prefeitura. Com a decisão, as negociações voltam a ser realizadas entre Prefeitura e Sindicatos específicos das categorias.
Na última terça-feira (23), na Câmara Municipal, foram aprovadas reinvidicações de garis, dos servidores da Usina de Asfalto, e dos agentes comunitários de saúde, que já não estão mais em greve.
Assuntos: AMC, Funcionários Públicos, Greves, Professores, Samu, Usina de Asfalto
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